Fico sempre perplexa com seu imenso poder de modificar e definir nossas vidas..."
A maioria das histórias de amor nos são apresentadas como encontros espantosos, pessoas cruéis, e enxurradas de coisas ruins que magicamente são superadas e se chega ao felizes para sempre. Discordo leitor, talvez o amor envolva um pouco menos de mágica, fadas madrinhas e cavaleiros brilhantes e um pouco mais de realidade. Toda donzela quer seu Happy End cinderelesco mas há muitas coisas entre o querer e o fazer -posso passar páginas só nos "dades" (inabilidades, infantilidades, instabilidades . . .) - Somos nossas próprias bruxas. Resta-nos a nós pobres mortais nos virar na mágica das ações . . . Eu? ah! Achei meu cavaleiro, não de armadura mas mente e coração brilhante. Eu? Eu só quero o meu felizes sem ter que esperar o final.
Entre Palavras , Sentimentos e Confissões
Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente, e não a gente a ele. . .
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
domingo, 9 de outubro de 2011
" Tão bom morrer de amor e continuar vivendo . . ."
" Quero te dar chuva de flores pela manhã. E quando quiseres podes vir colher sorrisos direto do quintal da minha alma. Nunca há de te faltar afeto. E se murchar tua alegria, podes vir buscar uma muda no meu jardim para que a tua floresça outra vez. Se te faltar o vento, eu te sopro carinho. E se te faltarem as cores do dia, a gente pinta tudinho com tons de felicidade. Lá do alto, não te deixarei olhar para baixo e mesmo que escorregues de uma nuvem molhada, eu não te soltarei a mão, não te deixarei cair . . . "
domingo, 25 de setembro de 2011
Dedicação
Nessa vida de rotinas fatigadas e emoções tácitas
é ele que me traz a paz,
a cor.
Ele que consegue perturbar-me os talhos dos cantos dos lábios
e o brilho nos olhos.
É ele que do meu coração rege as batidas
e que dele é dono.
Dele serão estas palavras e as próximas que virão.
Dele
Sempre e somente dele.
V.B
Sem tempo pra escrever x.x
ah e a propósito muito feliz, obrigada (;
sábado, 3 de setembro de 2011
De confissões intermináveis
Confesso que volto a morrer de amor,
que fui na contramão do que dizia a mim mesma
e confesso que não me arrependo.
Confesso que o riso me voltou,
que o sangue me corre novamente.
Confesso, depois das verdades que foram ditas
das palavras e de olhares,
que no último instante
desisti
de levar duas infelicidades adiante,
desisti de desistir.
Confesso, não pude trancar-me o coração
a felicidade que me procurara,
confesso que a recebi
deixei que entrasse novamente
e que inundasse todos os espaços outrora vazios.
Confesso que sei tudo que engloba minha desventura
riscos e obstáculos
Mas confesso que amo o amor
e que não vou deixá-lo ir.
Feliz pelos que ficarem felizes . . .
que fui na contramão do que dizia a mim mesma
e confesso que não me arrependo.
Confesso que o riso me voltou,
que o sangue me corre novamente.
Confesso, depois das verdades que foram ditas
das palavras e de olhares,
que no último instante
desisti
de levar duas infelicidades adiante,
desisti de desistir.
Confesso, não pude trancar-me o coração
a felicidade que me procurara,
confesso que a recebi
deixei que entrasse novamente
e que inundasse todos os espaços outrora vazios.
Confesso que sei tudo que engloba minha desventura
riscos e obstáculos
Mas confesso que amo o amor
e que não vou deixá-lo ir.
Feliz pelos que ficarem felizes . . .
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
" Dentro dela . . .
(...) tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez."
Caio Fernando de Abreu
E que seja doce, ela repete , , ,
sábado, 20 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
"Esvaziei a mala, olhei no fundo dela, limpei, e estou indo preenchê-la com coisas novas. Sensações novas, situações novas, pessoas novas . . ."
Caio Fernando Abreu
Quando se vai começar uma coisa nova a gente aprende a jogar outras fora, coisas que não valem mais a pena guardar, aprende a abrir espaço, a limpar vidraças. Não se deve jogar tudo, há coisas que valem ser guardadas nem que seja para que fiquem como lembretes. Sabe as cicatrizes? pois é, nada mais são do que marcas que permanecem para não nos deixar esquecer dos caminhos, escolhas e ações erradas, lembretes que estão lá para evitarmos que cometamos o mesmo erro duas vezes. Mas deixemos as cicatrizes e limpemos o caminho para as novidades.
Que venham as novas pessoas, novos risos, novos dias;
Novos Ares.
Ninguém melhor do que Caio para terminar, assim como começou, nossa conversa.
" No que depender de mim me recuso a ser infeliz . . ."
Faculdade amanhã (yn)
Caio Fernando Abreu
Quando se vai começar uma coisa nova a gente aprende a jogar outras fora, coisas que não valem mais a pena guardar, aprende a abrir espaço, a limpar vidraças. Não se deve jogar tudo, há coisas que valem ser guardadas nem que seja para que fiquem como lembretes. Sabe as cicatrizes? pois é, nada mais são do que marcas que permanecem para não nos deixar esquecer dos caminhos, escolhas e ações erradas, lembretes que estão lá para evitarmos que cometamos o mesmo erro duas vezes. Mas deixemos as cicatrizes e limpemos o caminho para as novidades.
Que venham as novas pessoas, novos risos, novos dias;
Novos Ares.
Ninguém melhor do que Caio para terminar, assim como começou, nossa conversa.
" No que depender de mim me recuso a ser infeliz . . ."
Faculdade amanhã (yn)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade.
Fernando Pessoa
Sem criatividade esses dias. . .
Fernando Pessoa
Sem criatividade esses dias. . .
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Doce explicação
- E porque a gente cresce?
- Não sei, talvez seja por tanto guardar lembranças e saudades;
Guardar pessoas, dias e conversas; Dores, Amores e Amigos.
A gente cresce pra poder caber tudo.
- E mesmo assim continua apertado . . .
V.B
vida irônica essa (:
e hoje post dedicado aos meus amigos, que por mais apertado que esteja sempre terão lugar em mim . . .
quarta-feira, 13 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A morrer de amor
E há doçura em esperar-te
onde meus olhos anseiam encontrar os teus,
onde minha pele busca a tua,
onde todos meus sentidos,
já fascinados por ti,
esperam por sentir-te;
Onde o tempo se faz de carrasco
e parece arrastar cada segundo que conto,
como cada grão que custa a escorrer da ampulheta,
para que possa enfim
te fazer fortaleza
me perder em teus olhos,
cair em teus braços,
morrer em teus lábios
Desfalecer de amor . . .
Vanessa Barros
Pura influência shakespeareana, nada a mais a acontecer xD
Me informaram que haviam tido problemas com os comentários, mas já resolvi (;
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