sábado, 26 de fevereiro de 2011

Doçes mentiras

Frio . . .
Não há mais braços pra acolher-me e
transmitir-me calor;
Ah, o calor
que aquecia meu ser,
protegia
e era capaz de afugentar até meu maior medo . . .
nada podia acontecer-me enquanto estava lá
junto a seu peito
ouvindo o compasso de seu coração
que o meu teimava em acompanhar. . .
Mãos entrelaçadas,
confissões eternas,
gestos simples,
sorrisos sinceros,
segredos sussurados.
Mentira
palavra traiçoeira que cruza o caminho
e agora não resta mais nada.
Sepulto então estas lembranças
fica onde estais,
morto em meu subconsciente.
     Vanessa Barros

Um comentário:

  1. Vanessa parabéns pelo blog, está muito bom e você escreve muito bem.
    Eu entendo quando vc diz que escreve quando está triste, pois eu tbm sou assim. No entanto, presta atenção nas pequenas coisas, as mais simples, quando me falta inspiração é pra elas que eu volto meu olhar. Talvez as pessoas não queiram ler coisas tristes, porque todos já temos nossos próprios demônios e a vida é masi, muito mais que isso, como eu disse você só precisa olhar bem.

    Bjs garotinha e mais uma vez parabéns.

    PS: Este poema em especial é o mais lindo.

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